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Trufas de verão até dia 15 de agosto no Hotel Tryp Caparica Mar

“Trufas em agosto” é a proposta que, até 15 deste mês, o restaurante Horizonte, situado no oitavo piso do Hotel Tryp Lisboa Caparica Mar (Costa da Caparica), leva à mesa de jantar. Uma ementa feita com trufas de verão, no passado menosprezadas e hoje procuradas para fazer parte da ementa de restaurantes com estrelas Michelin.

Para conhecer ou redescobrir o restaurante Horizonte, reinaugurado há cerca de um mês, e matar saudades deste fungo com sabor e aroma muito próprios, a equipa liderada pelo Chef Luís Romão sugere “Tagliatelli com Trufa Fresca” (22,50 euros). Este é um prato vencedor a um preço campeão, disponível até dia 15 de agosto, no restaurante do Hotel Tryp Lisboa Caparica Mar.
Se há cerca de 20 anos, as trufas de verão não eram alvo de muita atenção, hoje apresentam-se em mesas com estrelas Michelin (Chef Eric Mariottat e restaurador Benjamin Bruni, por exemplo) e podem atingir cerca de 250 euros/ quilo. Já as trufas pretas têm em média um preço de 750 euros/quilo. Em todos os casos, o preço oscila ao longo das estações e muitas vezes semanalmente.
Encontradas entre junho e setembro, as trufas de verão estão um pouco por toda a Europa. Já as trufas brancas de Alba, do norte de Itália, “ouro da cozinha”, só aparecem num período curto, durante o outono, e ultrapassam frequentemente os 4.000 euros por quilo.
As trufas de verão não devem ser cozinhadas, mas sim ser consumidas cruas, raladas sobre a massa ou ainda sobre pão torrado com um pouco de azeite e sal. Por este motivo têm de estar no ponto certo quando colhidas e consumidas, o que significa bem maduras.
Para as “Trufas em agosto”, todas as semanas o restaurante Horizonte recebe as trufas com a máxima frescura vindas de Itália.
Dois vinhos a copo (4,5 euros), um branco, Comtes de Saint Martin, e, um tinto, Plátanos Tou Noir, foram escolhidos para casar perfeitamente com as Tagliatelli com Trufa Fresca.
Os vinhos serão alvo de maior atenção restaurante no Horizonte já na segunda quinzena de agosto. Estão convidados enólogos franceses para elaborar várias maridagens com ementas criadas para o evento, que está a ser pensado como a Semana Gastronómica com Vinhos da Borgonha, e cuja degustação estará também disponível ao jantar. Esta semana deverá contar com a presença de Arnault Baillot, precisamente produtor de vinhos da região francesa.
O restaurante Horizonte tem a particularidade de ficar situado último piso do Tryp Caparica, o 4º maior hotel de Lisboa; é um restaurante panorâmico, com vista privilegiada para a praia do Dragão, assim como o bar Blue Lounge, situado no mesmo piso.
O restaurante conta com uma série de atributos inusitados na ementa como, por exemplo, uma “Panelinha de peixe da nossa Costa, aromatizada com coentros” (5,5 euros), cuja receita foi gentilmente cedida ao diretor do hotel Tryp Caparica, Gonçalo Proença, por um dos Chefs mais badalados da TV, com exigência de votos de confidencialidade absoluta. Além da “Panelinha”, a carta tem ainda mais três sugestões de entradas, com preços entre 4,5 a 11 euros, entre as quais se destaca o Camarão, com coco, lima e malagueta.
Da carta de sobremesas constam o Leite-creme e canela; Chocolate e avelã; Mousse de requeijão, morangos e gelado e Abade de priscos, geleia de Porto e sorbet de tangerina, algumas das quais sugestões de um chocolatier português.
Da ementa constam ainda quatro pratos de massa, risoto, cinco sugestões de carnes, de 19 a 23 euros; e o mesmo número de sugestões de peixe, com preços a começar nos 28 euros. 
 

O que é que a Caparica tem?

A Costa da Caparica está a ser alvo de uma concentração de Chefs, que parece ter elegido a zona para se instalar. Na mesma Avenida do restaurante Horizonte está o “Ramboia”, restaurante para carnívoros, criado pelo Chef Aimé Barroyer, o cozinheiro francês que chefiou a cozinha do Pestana Palace, em Lisboa, um apaixonado pela cozinha portuguesa.
Outro fenómeno da restauração da margem sul, o Pita gr, do restaurador grego Thassos Bampalikis, proprietário de vários espaços, abriu um Pita Gourmet nas proximidades.
Mas, talvez o principal sinal de mudança date de 2015, quem sabe o pontapé de saída para esta mudança, precisamente quando Olivier da Costa decidiu apostar na zona e criou o restaurante “Sea, Salt & Pepper”, na Praia de S. João.
Com o fluxo de turistas a aumentar, poderá a Costa da Caparica tornar-se no próximo local “in" onde se vai jantar...
 

Reflexões sobre Empresas Familiares
Uma relevante caraterística das gerações mais novas das famílias empresárias encontra-se na sua capacidade de aprendizagem – enquanto junção de conhecimentos académicos e adquiridos na empresa familiar – e de aplicabilidade ao negócio, atual ou novos que surjam no seio da empresa ou no mercado.

Esta conjugação de interesses pode ser um fator diferenciador e vantagem competitiva das empresas familiares, assumindo-se como um incentivador para desenvolver os negócios e manter as gerações implicadas e fortemente motivadas no desenvolvimento da sociedade da família.
O estudo “Empresas familiares da próxima geração: Liderando um negócio familiar num ambiente disruptivo”, da Deloitte, confirmou estas capacidades das sociedades familiares, pois quase dois terços dos inquiridos considera que, perante disrupções, as suas empresas possuem capacidade de aprender e amplificar os seus impactos positivos; sendo que a opinião contrária foi elencada por somente 11% dos participantes no estudo.
Considerar a disrupção como um potenciador da evolução da empresa familiar, é uma via de estar em alerta contínuo e de assumir que as suas ocorrências não são uma ameaça mas uma oportunidade.

Na década de noventa, família empresária Amorim adquiriu no Douro da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, agora adquiriu a Quinta da Taboadela (exº de continuidade do artigo anterior), fundada pela família Albuquerque na região do Dão. Esta operação reforça a posição do grupo no setor vitivinícola e enoturismo, sendo que prevê atingir o break-even somente daqui a dez anos.
Campas medievaisEsta quinta, uma das mais antigas e mais elevadas da região, irá sofrer algumas alterações nos próximos anos a nível das vinhas e da adega, tendo por objetivo “posicionar num segmento muito alto do mercado, que em todo o mundo representa apenas 10% das vendas totais de vinhos oriundos de todos os continentes”, afirmou Luísa Amorim.
O projeto considera ainda um conjunto de oito quartos de luxo, para suporte às atividades ligadas ao enoturismo.
Este alargamento de atividade de empresas que investem no Douro é um movimento que já teve outras operações registadas e que se espera venha a posicionar o Dão como uma região distinta e de grande potencial enoturístico.

Temas para Reflexão:
  • O futuro da nossa empresa familiar passa por crescimento orgânico ou por aquisições?
  • O conhecimento que temos dos nossos negócios permitem uma aplicação a outras áreas?
  • Existem oportunidades que possamos apanhar, gerar sinergias e potenciar?

antonio.costa@efconsulting.pt
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@empresasfamiliaresdesucesso
 

Especialistas na consultoria a Empresas Familiares
e elaboração de Protocolos Familiares
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Colunista: 
António Nogueira da Costa
Os automóveis com peso bruto até 2 300 kg e altura do eixo da frente com até 1,30 metros passaram a ser taxados como na Classe 1 nas portagens das autoestradas em Portugal. O limite anterior era de 1,10 metros de altura.
O decreto-lei que define a alteração foi aprovado hoje (dia 9) em Conselho de Ministros acrescenta que, para passarem de Classe 2 a 1 nas portagens, os automóveis, ainda, de cumprir a “norma ambiental Euro 6 relativa às emissões automóveis”.
A alteração aos critérios para as portagens é uma velha “luta” do setor automóvel em Portugal. O novo furgão comercial ligeiro do grupo (Peugeot Partner, Citroën Berlingo e Opel Combo), que também é produzido em Mangualde, tem mais 1,10 metros de altura. Vários outros modelos, de marcas como a Renault, a Dacia, a Opel ou, entre outros, a Volvo, já antes sofreram na “pele” esta questão.
De notar que não são apenas questões estéticas que fazem os modelos atuais terem mais altura ao solo no eixo da frente: também a legislação comunitária em termos de proteção aos peões em caso de atropelamento importam.
O Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB) encontra-se em negociações com a Associação Portuguesa de Bancos (APB) para uma atualização salarial dos trabalhadores do setor. Alega o sindicato presidido por Paulo Marcos que as remunerações dos bancários em Portugal “continuam sem refletir a recuperação financeira da banca”.

A proposta do SNQTB assenta em 1,4% de atualização salarial sobre o nível (que se repercute também nas isenções), 3,5% de aumento do subsídio de almoço e 3,55% de aumento nas diuturnidades, que também tem impacto nos reformados. Da proposta consta ainda a criação de um fundo de pensões de contribuição definida para os bancários que iniciaram atividade antes de 2009, para encurtar a diferença em relação aos que entraram para a banca depois dessa data.
“Estas negociações com a APB em torno das cláusulas de expressão pecuniária do acordo coletivo de trabalho pretendem devolver aos trabalhadores aquilo que eles têm perdido com a vaga de despedimentos e absoluta inexistência de aumentos salariais que têm assolado a banca nos últimos anos”, afirma Paulo Marcos.
“Numa altura em que os bancos recuperam as suas rendibilidades não há razão alguma para continuar a penalizar milhares de profissionais deste setor”, acrescenta o presidente do SNQTB.
O valor das ordens sobre instrumentos financeiros recebidos pelos intermediários totalizou 5587,1 milhões de euros, menos 50,8% do que em maio. Desde o início do ano, este indicador caiu 17,1% face a igual período do ano passado.
O valor mensal decresceu em todos os segmentos. Nas ordens relativas a instrumentos financeiros de dívida pública e de dívida privada caiu, respetivamente, 65% para 2516,4 milhões de euros, e 33% para 1029,4 milhões. Nas ordens relativas a ações, o valor recuou 29% para 1.449,5 milhões de euros. O Banco BPI teve a maior quota de mercado nas transações sobre ações (29,3%), seguindo-se o BCP (10,7%) e o Haitong Bank (8,5%). Na dívida (pública e privada), a maior quota pertenceu ao Banco LJ Carregosa (45,3%), seguindo-se o Novo Banco (25,1%) e a Patris (10,4%). Estados Unidos, França e Espanha foram os três principais destinos das ordens executadas sobre ações fora de Portugal, enquanto Reino Unido, Luxemburgo e Itália foram o principal destino das ordens sobre títulos de dívida.
A nova geração do Nissan LEAF foi o automóvel elétrico mais vendido na Europa no primeiro semestre deste ano. Mais de 18 mil unidades novas do modelo foram registadas na Europa entre janeiro e junho. Os clientes europeus colocaram até agora mais de 37 mil encomendas do novo Nissan LEAF, desde a introdução do modelo no mercado europeu, em outubro de 2017.

A procura pelo modelo nos primeiros seis meses deste ano no mercado europeu reforçou o estatuto do LEAF enquanto automóvel elétrico mais vendido no planeta, com mais de 340 mil vendas a nível global desde o lançamento da primeira geração, em 2010. A Nissan entregou, há poucos meses, o Nissan LEAF número 100 mil  a um cliente europeu.
“O momentum continua a crescer para os automóveis elétricos”, afirmou Gareth Dunsmore, diretor de automóveis elétricos na Nissan Europa. “O novo Nissan LEAF transformou a experiência de condução, com tecnologias como o e-Pedal, capaz de reduzir a interação do condutor com o pedal de travão em 90% e demonstrando aos clientes os benefícios da proposta de mobilidade elétrica da Nissan”, acrescentou.
 
Autonomia de 270 km

O novo Nissan LEAF tem bateria de 40 kWh e oferece uma autonomia de 270 km em ciclo combinado, segundo a nova norma europeia de emissões e consumos, a WLTP.
O modelo introduz, além disso, tecnologias como o e-Pedal e as funcionalidades de condução autónoma ProPILOT e ProPILOT Park. Este automóvel 100% elétrico venceu vário galardões pelo seu desempenho e tecnologias, com destaque para o galardão “Automóvel Ambiental Mundial do Ano 2018” no Salão Automóvel Internacional de Nova Iorque.
A segunda geração do Nissan LEAF recebeu, além disso, a classificação de segurança de cinco estrelas, quer pelo programa europeu de avaliação de automóveis novos (Euro NCAP), quer pelo programa de avaliação de novas viaturas do Japão (JNCAP).
A ALD Automotive lançou um serviço digital de apoio à decisão para ajudar condutores e gestores de frota a elegerem qual a opção de energia para o seu veículo. Disponível em https://energy.aldautomotive.pt, tem como objetivo, segundo a empresa, “encontrar soluções totalmente personalizadas de acordo com as suas reais necessidades”.
“‘Com o meu perfil de condutor, devo mudar para gasolina?’ ‘Será um veículo elétrico ou híbrido uma boa opção para mim?’ É cada vez mais frequente a ALD Automotive receber este tipo de questões por parte dos seus clientes e condutores. Num contexto de ‘forte pressão sobre o gasóleo’ ou ‘totalmente elétrico’, os condutores sentem-se muitas vezes perdidos, e foi nesse sentido que a ALD Automotive quis trazer mais objetividade e clareza à decisão, desenvolvendo uma plataforma digital de consultoria acessível a todos. Com as energias alternativas a ganharem cada vez maior expressão, é importante que os condutores conheçam o motor e o veículo que melhor se adaptam à sua real utilização”, refere o comunicado da gestora de frotas.
“Para promover energias alternativas, precisamos de disponibilizar ferramentas comparativas aos nossos clientes e condutores. Hoje é essencial antecipar essa transição energética e implementar frotas alinhadas com as necessidades reais. A ALD Automotive caminhará gradualmente para uma frota com energias mistas e mais responsáveis. Acreditamos na essência, queremos antecipar essa mudança e garantimos e auxiliamos os nossos clientes nesta disrupção do mercado de mobilidade. Queremos apoiar empresas e particulares nas suas escolhas, de forma a proporcionar as soluções mais relevantes, tanto económicas como ecológicas, demonstrando mais uma vez a forte aposta da ALD Automotive na promoção da transição energética no mercado português”, explica Manuel de Sousa, diretor-geral da ALD Automotive Portugal.

Ferramentas comparativas

O Energy website sugere diferentes opções para cada perfil de condutor, que encontra o motor mais adequado às necessidades, através de um pequeno questionário ou guia pedagógico e lúdico, sobre hábitos diários dos condutores:
- tipo de veículo utilizado (citadino, utilitário…);  quilometragem anual; utilização do veículo (urbano, misto..); distância casa/trabalho;  prioridades do condutor (ambiente e acessibilidade urbana, orçamento e conforto); e uso profissional ou privado.
A plataforma agora lançada pela ALD Automotive apresenta ainda outras funcionalidades, tais como as vantagens associadas a cada um dos motores (gasóleo, gasolina, híbrido, elétrico), um “quizz” para conhecer os motores mais ajustados à tipologia de utilização de cada veículo ou a disponibilização do “white-paper” ALD Automotive “O futuro dos combustíveis alternativos”, desenvolvido em colaboração com a Frost & Sullivan. A ferramenta primordial é, claro, a sugestão de veículos de acordo com a utilização dos diferentes condutores.