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Começou o 10 Fest Açores - 10 Dias com 10 jantares

10 Chefes de Cozinha confecionam 10 jantares com base nos ingredientes açorianos, de 21 de junho a 30 junho, em Ponta Delgada. É o 10 Fest Açores e é organizado pela Escola de Formação Turística e Hoteleira dos Açores.


Entre 21 e 30 de junho, o 10 Fest Açores (2012), a Escola de Formação Turística e Hoteleira (EFTH) dos Açores, convida mais uma vez para 10 dias de experiências gastronómicas em que se reinventam os produtos regionais.

De acordo com Graça Teixeira, diretora da EFTH, a escola “pretende continuar a liderar um movimento de atualização da cozinha açoriana, que sirva de motivação às empresas, aos profissionais e aos jovens, apostando sempre na inovação”.

A diretora da EFTH acrescenta ainda que o 10 Fest Açores tem como intuito “tirar partido dos produtos açorianos e explorar as respetivas potencialidades, tendo em conta o receituário tradicional é o lema e a inspiração”.

Do programa do 10 Fest Açores constam vários momentos em que os formandos e os chefes de cozinha colaboram para celebrar com o público a riqueza gastronómica dos Açores.

Jessica Carreira e David Costa (Adega, San José, California), Justa Nobre (O Nobre, O Nobre Estoril, À Justa, Lisboa), Roberto Sihuay (Ceviche 103, La Turuleka, Nikkei 103, Barcelona), Luís Gaspar (Sala de Corte, Lisboa), Nuno Mendes (Chiltern Firehouse, Taberna do Mercado, Londres) e Tiago Bonito (Largo do Paço, Amarante) são alguns dos nomes dos participantes deste evento.

A 30 de junho, o 10 Fest encerra com uma after party durante a qual serão dados a conhecer os cocktails pensados e trabalhados pelos chefes de cozinha durante o ano letivo com os formandos de mesa e bar da EFTH.

Um (re)encontro com o tanto que os Açores têm de único e a oportunidade de tirar a Prova dos Dez a uma iniciativa que, numa altura em que o arquipélago é um dos destinos mais procurados tanto a nível nacional como internacional, se revela cada vez mais revelante.

REFLEXÕES SOBRE EMPRESAS FAMILIARES
Um ambiente empresarial disruptivo é a normalidade que a empresa familiar deve assimilar.
Assegurar a continuidade de uma sociedade familiar não é o equivalente a manter-se o negócio de sempre, que os antecedentes souberam fundar e transmitir, mas assumir que com uma visão, missão e valores coerentes se tem de evoluir continuamente.

Saber detetar vulnerabilidades e analisar as ameaças e oportunidades que o meio envolvente proporciona é crucial à sobrevivência de qualquer organização e, em especial, à existência da empresa familiar.
Rui Leão Martinho, bastonário da Ordem dos Economistas, considera
“A legislação laboral continua pouco flexível, assente numa perspetiva desatualizada da contratação coletiva. E, sobretudo, muda e altera demasiadas vezes o que está estatuído, criando uma instabilidade que não é boa para as empresas já a trabalhar no nosso mercado e também não é atrativa para captar novo investimento produtivo, seja ele nacional ou internacional”, afirma à “Vida Económica” Rui Leão Martinho, bastonário da Ordem dos Economistas.
Sobre a banca portuguesa, diz que “continua pouco robusta”.
Vida Económica – Espanha viveu a mesma crise económica de Portugal, mas está a crescer mais depressa. Isso deve-se ao sucesso das reformas estruturais ou também a outros fatores?
Rui Leão Martinho -
Espanha viveu uma crise com características diferentes da que assolou Portugal. A situação espanhola teve dois pontos negativos; a situação da banca e a bolha imobiliária. Para o primeiro destes pontos a situação foi resolvida com a ajuda europeia e a reestruturação geral do sector bancário. Já o segundo ponto tem vindo a resolver-se ao longo dos anos, tendo provocado situações muito críticas a várias empresas de construção civil e obras públicas e a muitos empreendedores. Quanto à situação portuguesa, foi provocada por um crescimento das dívidas pública e privada, por um persistente défice das contas públicas e pela falta de robustez da banca portuguesa.

VE – Espanha teve duas reformas laborais bem sucedidas. Portugal deveria seguir o exemplo, introduzindo maior flexibilidade no mercado laboral?
RLM -
Sim. Apesar dos esforços feitos durante os governos anteriores, a legislação laboral continua pouco flexível, assente numa perspetiva desatualizada da contratação coletiva. E, sobretudo, muda e altera demasiadas vezes o que está estatuído, criando uma instabilidade que não é boa para as empresas já a trabalhar no nosso mercado e também não é atrativa para captar novo investimento produtivo, seja ele nacional ou internacional.

VE – Também no setor bancário, Espanha está melhor do que Portugal. Isso é visível no aumento da concessão de crédito por parte dos bancos espanhóis. Acha que, quando sofremos a intervenção do FMI, deveria ter havido uma pressão maior na correção do sistema bancário?
RLM -
Sim, claro. Os factos vieram, infelizmente, demonstrar essa necessidade de correção do que não funcionava ou funcionava mal no sistema bancário português. Temos visto as situações virem, gradualmente, a corrigirem-se. Mas a banca portuguesa continua pouco robusta e é, na Europa, das que mais capital necessitam e menos resultados proporcionam aos seus acionistas.

VE – Há quem diga que, para crescermos acima dos 3% do PIB, devemos seguir o exemplo espanhol. Concorda com isso? Concretamente, o que deveríamos fazer?
RLM -
Precisamos de criar riqueza, em Portugal, de forma sustentada. Só com um crescimento igual à média da União Europeia e, depois, acima dessa média, será possível a prazo manter sem sobressaltos o modelo social em que escolhemos viver: em democracia, com um serviço universal de saúde, com um sistema de ensino capaz e universal e com a segurança, a justiça e a defesa necessárias a um país do primeiro mundo. O exemplo espanhol é aproveitável, como o são os exemplos de outros países onde há muito é reconhecido que só com o crescimento económico poderemos desenvolver-nos e proporcionar aos cidadãos um nível de vida com bem-estar e felicidade.

Relações transfronteiriças em debate

VE – A Ordem dos Economistas realiza hoje a sexta edição do “Seminário Ibérico de Economistas”. Que expetativas estão reservadas para este evento?
RLM -
Trata-se de mais uma oportunidade para sabermos melhor o que se passa nos dois países ibéricos e de estabelecer contactos entre profissionais da mesma área. Este ano, para além de nos focarmos nas relações transfronteiriças e no papel dos dois países na União Europeia, também discutiremos a situação do ensino superior pós-Bolonha. Serão oradores alguns dos melhores especialistas de ambos os países nas várias temáticas que irão ser abordadas e tentar-se-ão deixar pistas para o desenvolvimento futuro das diferentes matérias.

VE – Que mensagem gostaria de transmitir?
RLM -
A primeira mensagem é a satisfação de, ininterruptamente, realizarmos mais um seminário ibérico, desta vez na cidade do Porto e numa prestigiada universidade, com convidados de ambos os países que são profissionais destacados nas áreas que iremos abordar. E esperar que desta iniciativa resultem propostas concretas a apresentar aos responsáveis dos dois países no sentido de melhorar situações atuais e propiciar um futuro de maior desenvolvimento no espaço ibérico, parte importante da União Europeia.
 
Seminário ibérico debate relações económicas e comerciais entre Portugal e Espanha

Peritos em Economia de Portugal e Espanha juntam-se hoje na cidade do Porto para a VI edição do “Seminário Ibérico de Economistas”.
No seminário – iniciativa conjunta da Ordem dos Economistas de Portugal e do Colégio de Economistas de Espanha, que terá lugar na Católica Porto Business School – serão debatidas as relações transfronteiriças e de ambos os países ibéricos com a União Europeia, integrando temas como os instrumentos de apoio à internacionalização, o Espaço Europeu de Educação Superior e o Marco Financeiro Plurianual 2021-2027 da UE.
Do lado português, para além de Rui Leão Martinho, bastonário da Ordem dos Economistas, e de Ana Côrte Real, diretora da Católica Porto Business School, serão oradores os economistas Daniel Bessa, Ricardo Arroja, José Varejão, Paulo Vaz e António Cunha.
Por seu lado, a representação espanhola contará com a presença de Valentín Pich Rosell, presidente do Conselho Geral de Economistas de Espanha, Juan Ramón Cuadrado Roura, catedrático emérito de Política Económica da Universidade de Alcalá de Henares em Madrid, Carlos de Sande Inyesto, diretor de Relações Institucionais da Câmara de Comércio Hispano Portuguesa, Carles A. Gasòliba, membro do Comité Central da Liga Europeia de Cooperação Económica (Bruxelas), e José-María Casado Raigón, catedrático Jean Monnet de Economia da União Europeia e da Universidade de Córdoba e diretor de Relaciones Internacionais do Conselho Geral de Economistas de Espanha.
O seminário terminará com um almoço incluindo oradores e convidados, com início agendado para as 14 horas.

 

A imobiliária KW Business distribuiu parte substancial dos lucros de 2017 pelos seus colaboradores, concedendo assim mais um incentivo para o reforço do crescimento que a empresa tem vindo a registar na Região Norte. Esta distribuição de lucros é também o reconhecimento do trabalho que as centenas de colaboradores da KW Business têm vindo a desenvolver.
O Governo lançou esta semana a Linha BEI PT 2020 – Autarquias, que foi oficializada pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, e pelo ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques.
Esta linha, de 250 milhões de euros, vai apoiar o financiamento da contrapartida nacional de operações de investimento aprovadas no âmbito do Portugal 2020, promovidas pelas autarquias locais e suas associações, entidades intermunicipais e empresas do setor local.
Esta iniciativa vai também criar melhores condições para acelerar a execução das operações do Portugal 2020, através de uma solução de crédito com condições mais favoráveis do que as disponíveis no mercado bancário, contribuindo deste modo para o crescimento, a competitividade e a coesão na economia portuguesa.

Financiamento de 10 mil euros

O valor mínimo do financiamento a conceder é de 10 mil euros, num prazo de financiamento até 15 ou, em casos justificados, 20 anos, sob a forma de financiamento reembolsável, concretizado através de empréstimos a contratar com o Estado, através da Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C).
No acesso à Linha BEI – Autarquias, as operações devem estar aprovadas no âmbito do Portugal 2020 e não podem estar concluídas, física e financeiramente, à data de submissão do pedido de financiamento. Estas operações não podem igualmente beneficiar de outro empréstimo do BEI e devem observar os critérios específicos de elegibilidade definidos no contrato de Empréstimo Quadro celebrado entre a República Portuguesa e o BEI.
Os pedidos de financiamento serão apresentados em contínuo, através do Balcão 2020.
Outras informações disponíveis em www.adcoesao.pt ou www.portugal2020.pt.
Marca italiana desenvolve coleção cápsula para NOS Alive’18

A música é o ponto de partida para a colaboração entre NOS Alive e Tezenis. O festival de música português mais internacional e a marca de roupa interior e de praia com playslists próprias para os fãs partilharem, unem-se, numa iniciativa inédita, e criam uma coleção de lingerie e beachwear que está à venda nas lojas mais badaladas da Tezenis como é o caso de Oxford Circus, em Londres, em que a coleção TezenisXNOSALIVE é a vedeta principal da vitrine.


A Tezenis é pela primeira vez sponsor premium do Nos Alive e lança em simultâneo uma coleção cápsula, #TezenisXNOSAlive, composta por
cinco linhas– três de roupa de praia e duas de roupa interior - com diferentes acabamentos a fazer lembrar a temática da música como o padrão das estrelas, o vinil, a microfibra brilhante bem como as tachas e as rendas.

A coleção está nas montras de lojas em Oxford Circus, em Londres, e nas ruas mais frequentadas de Barcelona e Madrid, levando o NOS Alive ainda mais além-fronteiras. Todas as lojas em Portugal terão à venda a coleção Nos Alive bem como em lojas selecionadas no Reino Unido, Polónia, Itália, Alemanha, Rússia, Hungria e República Checa. A Tezenis detém 300 lojas em Itália e 100 no resto do  mundo.

O Nos Alive regressa ao Passeio Marítimo de Algés para a 12.ª edição, a decorrer nos dias 12, 13 e 14 de julho. Até lá, a Tezenis oferece 20% de desconto a quem apresentar o bilhete do Festival (em compras únicas e não acumulável com outras promoções existentes) e ainda proporciona aos fãs vários eventos e dinâmicas de loja, bem como passatempos, que lhes permitirão ganhar bilhetes para o festival. Estes vencedores serão ainda presenteados com um transporte exclusivo e personalizado durante os três dias de Festival: um autocarro de dois andares com o topo descoberto fará o percurso Tezenis Rossio – NOS Alive.
 

Já no recinto, num espaço que representará 100% o ADN da marca, a Tezenis terá algumas experiências para quem vá assistir ao Festival, dentro daquilo que é o espírito cool da marca mais jovem do grupo a que pertence a Tezenis, o grupo italiano Calzedonia.
O projeto do stand da marca italiana nasce de uma inspiração psicotropical, recorrendo às cores pastéis e vitamínicas e formas plásticas.  A utilização de cromias complementares, color block e geometrias preto e branco, fundem-se com elementos selva, plantas abstratas coloridas e objetos em macro-escala, criando desta forma uma fusão entre o abstrato e o irrealismo, num cenário de imaginário vibrante. Esta decoração vai estender-se por dois andares. No piso térreo, os visitantes podem contar com uma piscina de bolas com animação GIF e um Glitter Corner, onde a maquilhagem e cabelos dos participantes ficarão prontos para o festival. No piso superior, a céu aberto e com vista direta para o palco principal, os convidados da marca poderão relaxar no lounge e assistir aos concentos.


A AJEPC - Associação de jovens Empresários Portugal-China organiza, em colaboração com a Federação Sino PLPE, a 2ª edição da FIN-Feira Internacional de Negócios. O evento irá decorrer entre os dias 14 a 16 de junho, em Matosinhos na Exponor, e constituiu uma oportunidade para os empresários promoverem os seus bens e serviços no mercado mundial com especial enfoque na China, Países de Língua Portuguesa e Países de Língua Espanhola. o evento visa reunir em Portugal, tal como no ano anterior, diversos líderes empresariais, institucionais e governamentais do mundo, sendo assim uma iniciativa promotora de networhing e de criação de oportunidades de negócio.

A FIN é um projeto pensado para os próximos 10 anos dentro do mote: "Três Eventos, Três Continentes" focando-se em 3 grandes momentos: Europa (FIN em Portugal) em junho, Ásia (MIF/PLPEX em Macau) em Outubro e América (FIN em São Paulo) em Março, iniciando o ciclo novamente com aFINem Portugal. o objetivo destes eventos é a construção de elos de ligação entre os países envolvidos, promovendo a interação de negócios, fortalecendo as ligações empresariais assim estabelecendo uma plataforma negociai para o futuro. 
 
Estes três eventos têm como sigla o anglicanismo NICE "Networking, Inovação, Cooperação e Empreendedorismo"-uma sigla que traduz com toda a propriedade os princípios que presidem aos objetivos das entidades organizadoras. 
 
O evento caracteriza-se pela multissectorialidade e integra um espaço de exposição, uma zona de seminários, uma zona lounge para degustações e mostras de produtos ou serviços, worhshops, etc. e uma zona de business matching. As reuniões de business matching são um ponto fulcral para o sucesso da iniciativa, uma vez que promovem, de forma directa e inequívoca, a conexão entre procura e oferta. 
 
A FIN é um evento B2B focado no networhing e interação entre os participantes, quer através das iniciativas a decorrer na Exponor, quer através dos eventos paralelos que serão organizados no decorrer do evento, nomeadamente o jantar de Gala no dia 14 de junho que incluirá a Cerimónia de Distinção da "Personalidade Luso-Chinesa 2017" e o Cocktail Networking no dia 15 de junho com a entrega dos Prémios de Reconhecimento de personalidades que se distinguiram nos mercados lusófono, europeu e latino-americano. Serão ainda organizadas diversas visitas empresariais ao longo dos 3 dias do evento assim como integrados alguns fóruns de discussão importantes como o “72º Encontro dos Descobrimentos - Investimentos e Negócios Internacionais”, realizado pelo CIC - Centro Internacional de Cultura que contará com a participação de palestrantes de diversos países.
 
Esta iniciativa impulsionará o estabelecimento de parcerias e protocolos de cooperação entre os vários intervenientes, quer a nível institucional quer a nível empresarial. Serão momentos de partilha do que de melhor se faz e existe no mundo.

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