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COVID-19: Dois jogadores do Fulham, de Ivan Cavaleiro, acusaram positivo

Três jogadores, incluindo dois do Fulham, clube em que atua o português Ivan Cavaleiro, acusaram positivo à covid-19, anunciou hoje a Liga Inglesa de Futebol (EFL), organismo responsável pelo segundo, terceiro e quarto escalão desse país.

Em comunicado, a EFL explicou que 1030 jogadores e os respetivos membros das equipas técnicas das três divisões foram testados nos último três dias e que três futebolistas de dois clubes acusaram positivo do novo coronavírus.

O organismo explicou que os jogadores em causa iriam ser afastados das equipas e colocados de quarentena e acrescentou que não iria revelar tanto o nome dos futebolistas como os clubes em causa.

Contudo, minutos depois do comunicado da EFL, o Fulham, terceiro classificado do Championship (segundo escalão), anunciou que, após a segunda bateria de exames, dois jogadores do plantel principal tinham acusado positivo.

“Os jogadores, que continuarão a não ser identificados devido a confidencialidade médica, foram isolados, de acordo com as regras da EFL e do governo”, garantiu o Fulham.

Formado no Benfica, Ivan Cavaleiro, de 26 anos, está a cumprir a primeira temporada no clube londrino, depois de ter passado os últimos três anos no Wolverhampton.

O regresso do futebol em Inglaterra está apontado para a segunda quinzena de junho.

Após a declaração de pandemia, em 11 de março, as competições desportivas de quase todas as modalidades foram disputadas sem público, adiadas – Jogos Olímpicos Tóquio2020, Euro2020 e Copa América -, suspensas, nos casos dos campeonatos nacionais e provas internacionais, ou mesmo canceladas.

Os campeonatos de futebol de França, Escócia, Bélgica e dos Países Baixos foram cancelados, enquanto outros países preparam o regresso à competição, com fortes restrições, como sucede em Inglaterra, Itália, Espanha e Portugal, que tem o reinício da I Liga previsto para 03 de junho. A Liga alemã foi retomada em 16 de maio.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 352 mil mortos e infetou mais de 5,6 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Cerca de 2,2 milhões de doentes foram considerados curados.

Todos os carregamentos elétricos passam a ser pagos a partir de 1 de julho de 2020, conforme anunciou a Mobi.e, cuja rede foi concessionada a privados, num comunicado onde estipula o fim do período transitório dos carregamentos gratuitos, iniciando-se o pagamento dos carregamentos nos Postos de Carregamento Normal (PCN) de acesso público.

De acordo com a Mobi.e para ter acesso a todos os postos de carregamento, os utilizadores: “terão obrigatoriamente de ter um cartão de acesso à rede de mobilidade elétrica emitido por um dos Comercializadores de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica (CEME), uma vez que, com o fim da gratuidade nos carregamentos, deixará de ser possível utilizar os cartões emitidos pela Mobi.E.”

Refira-se que a Associação UVE – Utilizadores de Veículos Elétricos também disponibiliza um mapa útil com os postos existentes, em instalação e planeados em Portugal.

Trabalhadores independentes

Foi alargado até 9 de junho o prazo para os trabalhadores independentes pedirem apoios no âmbito da Covid-19.

O prazo de requerimento decorria entre 20 e 31 de maio.

Justiça

Presidente da República já promulgou diploma da Assembleia da República sobre o reinício da atividade dos tribunais, o qual determina que a regra passa a ser a realização de diligências presenciais, como julgamentos e inquirição de testemunhas.Todavia, deverão ser tidas em consideração as regras definidas pela Direção-Geral da Saúde (DGS), em matéria de segurança e proteção sanitária dos intervenientes.

 

No caso de diligências em que intervenham partes, testemunhas ou mandatários maiores de 70 anos ou portadores de doença de risco, a videoconferência ou videochamada será feita através do seu domicílio legal ou profissional.

Outra norma determina que os processos executivos (cobrança de dívidas e penhoras) ou de insolvência deixarão, por regra, de ficar suspensos, com exceção das diligências de entrega judicial da casa de família, que serão retomadas após a cessação da situação epidemiológica.

Pandemia em época ade fogos
A indústria aeronáutica portuguesa acredita poder ajudar os agentes da proteção civil a combaterem os incêndios em altura de pandemia de Covid-19, através de aeronaves não tripuladas.  Um grupo de entidades tem um exercício marcado para esta terça-feira (dia 26) no aeródromo da Atouguia da Baleia, em Peniche.
O conjunto de empresas, que conta, para já, com a TEKEVER, o CEiiA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto, a GMV e a Spin.works, representa uma cadeia de valor com capacidade de fornecer no imediato tecnologia não tripulada, apoio à operação, manutenção das aeronaves e tratamentos de dados provenientes dos aviões durante todo o período de fogos florestais.  Em causa está a utilização de tecnologia não tripulada no apoio à prevenção, combate, rescaldo e pós-rescaldo de incêndios, agora considerada pelo executivo para mitigar o risco de contágio entre os agentes de proteção civil. 

Identificação de zonas de risco, deteção imediata de pontos quentes e acompanhamento da progressão das frentes de fogo são as grandes vantagens apontadas pelos promotores a iniciativa no combate aos incêndios florestais. No seu conjunto, as empresas envolvidas reclamam ter mais de 500 engenheiros especializados e representam mais de 90% das exportações nacionais no setor da tecnologia aérea não tripulada.

As empresas irão levar a cabo, em conjunto com os bombeiros locais, um exercício em cenário real de localização de um foco de incêndio, utilizando tecnologia não tripulada. Recorde-se que a Força Aérea foi recentemente autorizada, através de resolução do Conselho de Ministros, a fazer a “aquisição imediata de 12 sistemas de aeronaves não tripuladas para corresponder à necessidade urgente de vigilância aérea adicional, durante o período do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais 2020”.

O sistema aéreo não tripulado de produção portuguesa que será utilizado no exercício é o TEKEVER AR3 (http://uas.tekever.com/AR3). Este já está, segundo os promotores dos testes, “a ser operado internacionalmente em missões semelhantes, contando já com centenas de horas de voo, e sendo já produzido em larga escala”. Com uma autonomia superior a 16 horas, poderá ser operado a partir de qualquer teatro de operações, não necessita de pista para descolar ou aterrar e transmite informação em tempo real dos seus sensores diurnos e noturnos de elevada performance a mais de 100 km de distância.   

“A tecnologia não tripulada de fabrico nacional é uma referência internacional e poderá ser um auxílio fundamental para todas as forças que previnem e combatem os incêndios, mitigando o contágio por COVID-19”, refere Ricardo Mendes, CEO da TEKEVER, líder europeu na operação e fabrico de drones para missões de vigilância marítima. 



Ao longo dos últimos anos, o Grupo Editorial Vida Económica tem organizado formações nas suas áreas de especialidade – Contabilidade, Fiscalidade e Direito. Em 2019 tomou a decisão de estruturar este serviço de outra forma, com vista a acrescentar ainda mais valor ao contexto profissional dos seus formandos, criando para o efeito a “Vida Económica Business School” (VEBS).
Surge, assim, a necessidade de desenvolver um website para a nova Business School, que responda à crescente necessidade de quem procura investir na sua carreira, e que facilite o processo de inscrição nos cursos.
 
Para o desenvolvimento do website da Vida Económica Business School, o Grupo apostou na experiência comprovada da agência Digital Spirit, responsável pela estratégia digital de todo o Grupo Editorial, que ficou encarregue também da gestão de todos os canais digitais da Business School.
 

Formações Profissionais. Carreiras com Futuro!

 
Em vebs.pt é possível consultar uma vasta oferta formativa, em regime de e-learning ou presencial, nas áreas de Fiscalidade, Contabilidade e Direito. O site disponibiliza toda a informação necessária para tomar uma decisão devidamente informada, e adquirir o curso mais adequado ao seu percurso profissional, de forma rápida e eficaz.
 
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Pandemia
O número de transações de cartões bancários em Portugal cresceu de forma significativa de 3 a 9 de maio (6,2 milhões), a primeira semana do início do desconfinamento das medidas de combate à pandemia de Covid-19, avança a rede de aceitação de cartões nacional REDUNIQ. Os 6,2 milhões de transações são mais 11% em relação à semana anterior, em que se contabilizaram 5,6 milhões transações.
Entre os setores que retomaram os seus negócios nesta primeira fase de desconfinamento implementada pelo governo português, os cabeleireiros foram a atividade que mais aumentou a sua faturação, com um crescimento de 1039% entre a última semana do estado de emergência e a primeira semana de desconfinamento. Atrás destes surgem as papelarias, livrarias e tabacarias, com um aumento de 84%, os serviços do Estado, com um crescimento de 64%, e as gasolineiras, com mais 14% no seu volume de faturação.

Valor médio também crescente

Além dos dados de faturação, também o aumento do ticket médio (valor médio registado em cada transação), comprova a retoma gradual da economia, com os portugueses a gastarem mais dinheiro em cada pagamento que efetuam. Enquanto que os cabeleireiros registaram um ticket médio de 49,51 euros na primeira semana de maio (em comparação com os 38,30 euros da semana anterior), as papelarias, livrarias e tabacarias chegaram aos 42,37 euros (29,89 euros na última semana de abril), e as gasolineiras e os serviços do Estado mantiveram os seus tickets médios na ordem dos 24 euros. Ainda em relação às gasolineiras, no dia 30 de abril, antes do fim de semana prolongado de 1 maio, houve um aumento de 23% na sua faturação em comparação com o dia anterior.
“Após uma queda abrupta do número de transações totais na ordem dos 23,8% e dos 48,5% em março e abril face ao respetivos períodos homólogos, a economia começa agora a registar uma inversão desta evolução, com uma tendência crescente tanto no número de transações como no valor de faturação, dado que desde 4 de maio (primeiro dia da fase inicial de desconfinamento em Portugal), já mais de 10 mil negócios retomaram a sua atividades e voltaram a transacionar. Desta forma, estamos a conseguir, aos poucos, recuperar a nossa faturação, estando já a níveis de 70% em comparação com o período anterior à pandemia de Covid-19”, refere  Tiago Oom, diretor da REDUNIQ.

Meios contactless incrementam

Já quando analisados os diferentes métodos de pagamentos, verifica-se que os pagamentos via contactless registaram um aumento histórico durante a primeira semana de desconfinamento em Portugal, com mais 160% de transações através desta tecnologia face ao mesmo período de 2019. Após um mês de março com uma subida de 113% em relação ao período homólogo, e abril com mais 157% face ao mesmo mês de 2019, a utilização do contactless volta a subir na primeira semana de maio, uma tendência que se justifica pela abertura de mais de 10 mil estabelecimentos comerciais a 4 de maio, um aumento de 37% face à semana anterior. O mês de abril, face ao homólogo, demonstra ainda que o contactless já teve um peso de praticamente 20% no total de toda a faturação.
De acordo com Tiago Oom, “esta é uma tendência que se irá manter ao longo das próximas semanas, sobretudo à medida que tivermos cada vez mais estabelecimentos abertos e a transacionar, e cada vez mais pessoas familiarizadas com a facilidade de utilização do contactless, método de pagamento que se massificou no dia a dia dos portugueses com a recomendação de medidas de segurança e distanciamento social no processo de pagamento apresentadas pelas autoridades de saúde”.

Online continua em alta

Por fim, o estudo destaca ainda que, apesar da quebra acentuada das vendas em ponto físico desde o decreto do primeiro Estado de Emergência no país, as vendas no canal online aumentaram de forma considerável, nomeadamente 162% em abril, face ao mesmo mês de 2019.
“Esta evolução é o reflexo de dois fenómenos que se têm manifestado junto dos comerciantes e com próprios consumidores. Em primeiro lugar, os negócios reinventaram-se e passaram de negócios físicos a negócios online, havendo um crescimento de 333% do número de adesões a soluções de pagamentos online para parte dos comerciantes quando comparado o intervalo de tempo entre 13 de março e 25 de abril de 2019 e 2020; depois, porque os consumidores começaram a gastar mais em cada compra que efetuavam no online, tendo o ticket médio alcançado quase 105 euros entre 13 de março e 25 de abril deste ano, enquanto que no mesmo período de 2019 esse valor estava nos 72,74 euros, menos 44%”, explica Tiago Oom.
Banca
O Banco Santander anunciou esta terça-feira a nomeação de António Simões como responsável regional para a Europa. O gestor português ingressará no banco a 1 de setembro, sujeito à aprovação das autoridades reguladoras, e reportará ao administrador delegado do grupo, José Antonio Álvarez. O executivo português, que chega ao banco espanhol oriundo do HSBC, ocupará o lugar deixado por Gerry Byrne, que decidiu reformar-se no início de 2021, após uma carreira de quase 50 anos no setor bancário.
 


Simões fará parte do comité de gestão do grupo e terá responsabilidade administrativa e de supervisão dos negócios na Europa. Também vai liderar a área comercial e de retalho e a ele reportarão os "country-heads" de Portugal, Espanha, Reino Unido e Polónia, que continuarão a atuar como os principais representantes do grupo nos respetivos mercados. Será ainda co-responsável na Europa pela área de Corporate & Investment Banking, Wealth Management & Insurance, juntamente com os responsáveis globais.

Fará parte do comité de gestão do grupo e terá responsabilidade administrativa e de supervisão dos negócios na Europa. Também vai liderar a área comercial e de retalho e a ele reportarão os 'country-heads' de Espanha, Reino Unido, Portugal e Polónia, que continuarão a atuar como os principais representantes do grupo nos respetivos mercados. Será ainda co-responsável na Europa pela área de Corporate & Investment Banking, Wealth Management & Insurance, juntamente com os responsáveis globais.

"É com enorme satisfação que dou as boas-vindas ao António e estou confiante de que, sob a liderança dele, continuaremos a desenvolver os progressos já realizados na região - simplificando o nosso modelo de negócio e alavancando a nossa transformação digital para melhorar ainda mais os produtos e serviços que oferecemos aos nossos clientes", disse Ana Botín, presidente do grupo Santander.

No HSBC, António Simões liderou várias unidades de negócios nos últimos 13 anos em Londres e Hong Kong. Até agora, era responsável pela unidade Global de Private Banking e, anteriormente, desempenhou funções de administrador delegado do Reino Unido e da Europa continental. Antes de ingressar no HSBC, foi sócio da McKinsey & Company em Londres e trabalhou na Goldman Sachs.

"Estou muito satisfeito por me juntar ao Santander. Este é um momento crítico para a indústria de serviços financeiros, quando existem muitos fatores sociais e comerciais que apresentam desafios consideráveis, mas também oportunidades significativas para nós, principalmente a agenda de tecnologia e inovação. Estou ansioso por continuar a construir uma plataforma europeia num cenário em evolução, liderando a transformação do negócio e trabalhando com uma das melhores equipas de banca internacional", afirmou António Simões.